quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Aquecimento SWU
Acordei toda feliz e saltitante (apesar da TPM) e com Incubus nos meus ouvidos no ônibus a caminho do trabalho, então decidi fazer um aquecimento para os shows do dia 11 de outubro! Estou ansiosa e espero que dê tudo certo! Pra melhorar, postarei só músicas ao vivo.
Incubus - Wish you were here (Alive at Red Rocks)
Pixies - Where is my mind?
Queen of the stone age - Go with the flow
Linkin Park - Papercut
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Os 25 melhores teclados - Cat 2 - Laptop Fiesta

Continuando com a minha lista dos 25 melhores teclados de computador hoje vou falar de um tipo que deve ser sempre verificado, pois, de certa forma não tem como trocar, é o que acompanha os laptops, e não adianta achar que é tudo igual que não é, eu pessoalmente fico muito irritado com teclados mal projetados pois dependendo de como vc colcoa alguams teclas torna-se simpelmente impossivel de se programar. então vamos a lista:
- Sony Vaio SR : Esse foi o primeiro teclado chiclete que eu usei em notebooks e digo sem medo que foi o melhor, as teclas estão onde deveriam estar e digitar é bem confortável, mesmo com o tamanho um pouco limitado devido ao seu tamnho de 13".
- ThinkPad T61 : Um dos reis do teclado, sem sombra alguma de dúvida, pois herda novamente a tradição da IBM em fazer produstos robustos e confiaveis além de muito confortaveis, o unico porém fica pela posição das teclas Ctrl e Fn, pois há que goste e há quem odeie isso.
- Acer Aspire 5050 : Não é necessáriamente o teclado apenas desse Acer, mas dessa geração em geral, a geração pré-Gemstone, pois mesmo sendo um produto entry level, sempre me satifez com uma qualidade e conforto muito além do esperado, pode ser impressão minha apenas, mas os acer posteriores não tem mais as mesma qualidade, muito embora no geral tenham evoluido bastane em todos os outros aspectos.
- Sony Vaio NS : Com um teclado semi-chiclete, pois as teclas não estão com a máscara dos teclados chicletes, mas jah tem a aparência plana que hoje se tornou um padrão, tem boa qualidade, fazendo jus em ser membro da família Vaio.
- Toshiba Satellite S45 : Bom, embora os Satellite não tenham a construção focada para serem resistentes como os IBM/Lenovo ThinkPads ou o Panasonic ToughBooks, ele é o que eu chamo de tanque panzer dos notebooks, pois é incrivel a resistência que possuem, e o teclado não fica por menos, além de serem muito confortaveis tem sobrevivido aos usos abusivos do meu irmão sem terem apresentado nenhum problema por mais de 5 anos, praticamente uma eternidade.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Os 25 Melhores Teclados - Cat 1 - Vem junto com o Computador

Como bom programador, o teclado é uma ferramenta que me importa muito, afinal de contas eu passo o dia inteiro utilizando um incessantemente, depedendo do seu conforto, precisão e velocidade para trabalhar, melhor! Então nada como fazer um rank dos melhores e como entra nessa brincadeira vários tipos de teclado, vou separar os 5 melhores em 5 categorias definidas por mim para que possamos ter um rank verdadeiramente bom dessas maravilhas. Então que venham os indicados de hoje.
- Lenovo : Esse que herda o legado dos teclados IBM, é sem sombra de dúvida o melhor de todos que acompanham computadores de marca. Ele tem uma posição de digitar muito confortavel e de facil adaptação além das teclas serme bem firmes.
- Dell : Esse acompanha de perto rival acima, pois além de se bem confortável tem um design muito bonito ao meu ver que sempre me cativou, mas ele perde um pouco na ergonomia, além de às vezes me causar estranheza o grupo de botões mais largos.
- Sony : Bom, embora ele se pareça muito com a geração aluminuim da Apple, que eu pessoalmente odeio, achei muito confortável a posição e a sensibilidade de digitar, mas seu defeito fica mesmo em ser baixo demais e isso para usos prolongados não é nada bom
- Apple Clear : ao contrário da geração aluminium, que eu não gosto, eu acho a geração anterior de teclados da Apple muito bonito e confortável, alias, ele é um dos teclados que eu gostaria de verdade de ter pois são muito confortáveis para digitação sem perder o charme minimalista da Apple.
- HP : Em poucas palavras é um teclado decente que faz o trabalho com muita dignidade, não vou falar que foi melhor que os acima, mas ainda asism é bem melhor que os teclados comuns encontrados no mercado.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Super Hero Like Even
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
O dia de hoje.
Hoje um cara me abordou e pediu dinheiro, eu disse que não tinha. Ele me olhou de baixo para cima e respondeu "Você não tem dinheiro?". Eu estava com uma das únicas calça jeans que me servem, com uma blusa de frio fina e uma sapatilha (surradinha já) que uso para trabalhar. Uma bolsa do Alexandre Herchcovitch que comprei numa promoção de 50% e uma mochila da Mizuno que custou 53 reais. Preços baratos em vista do que a massa consome hoje em dia. Eu nunca me exibi e nunca me preocupei em comprar coisas caras. Gosto de coisas funcionais. Se custa barato ou caro, eu levarei porque ela satisfará minha necessidade. (Claro que não sou louca de pagar preços exorbitantes, o caro que digo é o valor que ainda vale pelo benefício que terei com o produto.)
Bem, eu respondi novamente que não tinha e que meus passes estavam contados. Ele puxou minha bolsa, eu puxei de volta. Ele continuou puxando e eu puxando de volta. Até que gritei para uns funcionários da AVA que estavam por perto. Ele assustou e parou do meu lado como se estivesse conversando comigo e me disse "Depois que eu assalto você, eu que estou errado né? Você não quer me dar o dinheiro. Fica esperta!" e saiu andando.
Eu não fico com raiva, fico assustada. Porquê eu tenho que pagar por ele ser daquele jeito? Eles agem como se nós fôssemos culpados por eles estarem daquele jeito e tiram a culpa da costas deles. Aliás, existem vários tipos: os que estão fazendo isso porque querem, porque é da sua natureza. Os que fazem por necessidade e, no fundo, não queriam machucar ninguém, entre outros. Só sei que em situação nenhuma eu seria capaz de machucar meu próximo por um erro meu e da sociedade.
Por todos eles eu sinto muito e rezo. E não adianta culpar o governo atual disso, pois isto começou bem antes. Séculos atrás. Quando acharam melhor excluir os não-perfeitos do mercado de trabalho invés de ensiná-los e aperfeiçoá-los. Quando decidiram que sem faculdade a pessoa não teria um emprego e salário melhor. Quando decidiram que se a pessoa não tem dinheiro pra comprar uma casa, arme um barraco no morro. Não tiro o dever do governo atual de tentar consertar esse fator, mas não adianta culpá-los por não conseguirem.
Acredito que temos que focar nas propostas do governo para educação, moradia e saúde. Somente isso formará pessoas melhores para o futuro. Se não dá para consertar o agora, vamos construir o futuro.
Somos tão cobrados para fazer boas ações, mas enquanto os "grandões lá de cima" não fizerem as boas ações deles, não dará certo. Um país é feito por todos, sem mais nem menos. Eu fiz a minha parte? Então você precisa fazer a sua parte.
Espero que os "grandões" parem de dar ordem e coloquem a mão na massa e essa sentença não serve só para o governo, mas para instituições de ensino, empresas, igrejas etc.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Review: Arcade Fire - The Suburbs

Bom, falando com sinceridade, desde a primeira vez que ouvi Arcade Fire no carro de um amigo lá para o final de 2004, era uma noite de sexta-feira se não me falha a memória. No álbum de estréia, Funeral, eles abordaram a necessidade de darmos o valor ao agora, pois o tempo não pára e pode ser que amanhã não possamos compartilhar a alegria de hoje. Já no Neon Bible a mensagem era mais direta, o mundo está em caos e estamos a um passo da decadência.
Voltando com o The Suburbs, como posso dizer, ele trouxe novamente a mágica para dentro dos corações, ele tem uma beleza única, de que podemos concretizar nossos ideais, mesmo que não sejamos mais adolescentes, mesmo que não seja da forma simples que víamos, pois a mágica esta na fé que temos e isso deve ficar bem marcado. Eu sou supeito, mas digo com sinceridade que esse álbum foi o primeiro de música realmente nova que me emocionou neste ano. Gostei muito de Ready to Start , Month of May e Suburban War, mas a música que ficou marcada na minha cabeça e eu num consigo parar de ouvir é Sprawl II (Mountains Beyond Mountains), principalmente após assitir a apresentaçao ao vivo no Madison Square Garden, que assim como Neighborhood #1 (Tunnels), ilustra muito bem o relacionamento entre o casal Win e Regine, que digo com plena certeza, e a força motriz da banda.
O disco inteiro é ótimo e recomendo uma boa audição dele, pois a mágica só aparece quando se ouve com carinho.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ser e não ser?
Até que aos 10 anos eu tive minha primeira aula de Ciências com o Prof. Edervel. Essa aula, como tantas outras dele, ficaram marcadas na minha memória até hoje e assim será para sempre. Com as aulas do Edervel na quinta série decidi que queria ser astrônoma. Comprei livros, comprei revistas, assistia documentários e tudo mais. Até que me disseram: tem muita física e cálculo! Desisti. Nunca fui boa de Exatas e apenas meu entusiasmo pela área nunca seria suficiente.
Da sétima série até o terceiro colegial meu sonho foi ser geóloga ou oceanógrafa. Por motivos maternais minha mamãe pediu para mim ficar por perto dela, então Oceanografia estava descartado por não ter como o curso ser oferecido aqui nas cidades vizinhas (porque será, né?).
Ao fim do terceiro colegial prestei Geografia na Unicamp. Faltou meio ponto para ir para a segunda fase. Fracassei. No ano seguinte fui questionada se era isso mesmo que eu queria e mais uma vez disse que sim, então minha mãe decidiu que pagaria um cursinho e que eu estudasse bastante. Estudei e na metade do ano minha irmã sugeriu que eu prestasse o vestibular da Fatec apenas para ver como estava meu nível. Era o último dia de inscrição e faltava apenas meia-hora para encerrar, quando minha irmã me inscreveu e perguntou "Qual curso? Têxtil ou Processamento de Dados?" ao que eu respondi "Têxtil, né". Ela ficou assustada e disse "Não, tenta Processamento de Dados" e pagamos a fatura online mesmo.
Eu fiquei me perguntando o que seria Processamento de Dados. Sério. Eu sabia que era algo relacionado à informática. Poxa, eu entendia o bastante para uma boa usuária, mas nunca para "entrar" dentro da alma de um computador. E só para deixar claro: sugeri Têxtil por minha mãe ter trabalhado a vida inteira na área e eu entender de algumas coisas.
Prestei o vestibular e adivinhem? Passei. Fiquei feliz porque isso provou que eu não era uma pessoa burra e incompetente como achava que era. E então achei que era só isso. Mas aí veio a pergunta cruel "Porque você não cursa?". Hã? Como? Eu fazendo um curso do qual não entendo bulhufas e ainda por cima da área de Exatas? Claro que não, continuarei fazendo cursinho. E continuei, porém... cursando a Fatec junto. Sim, minha irmã me convenceu. Danada.
Portanto era cursinho de manhã e Fatec à noite. Começou a ficar cansativo, e aquelas aulas de LTPI onde eu não entendia nada e o professor não explicava direito. MAT I onde a professora passava 9 lousas cheias de matéria, colocava medo nos alunos e explicava horrivelmente. Códigos binários? Vixi, aquela coisa não entrava na minha cabeça, assim como muitas linguagens de programação eu não consigo entender pelo fato do meu cérebro ter uma lógica totalmente diferente. Sendo assim, se você aprende de determinado jeito, eu provavelmente tenho que aprender de outro para assimilar a matéria.
O ano foi passando e aconteceu o que eu não queria: acabei não me dedicando totalmente à nenhum e bombei tanto no semestre da faculdade, quanto no vestibular da Unicamp denovo. Pelo mesmo meio ponto.
Isso ocasionou uma depressão em mim e perdi mais um semestre da faculdade, que continuei cursando. Depois disso pensei: Já que "tamo" aqui, vamos concluir. E cá estou eu, cursando Tecnologia em Processamento de Dados, atrasada um ano nas matérias, fazendo minha monografia e, se Deus quiser, no final de 2011 serei uma tecnóloga. Hoje vejo mais sentido em tudo na Informática, gosto, mas ainda não é o que quero.
A Fatec serviu para abrir meus horizontes e agregar conhecimentos que hoje em dia são obrigatórios para qualquer pessoa. A Fatec também me deu o Minoru de presente e ele me deu todo o apoio e amor que eu sempre quis. Mas se você me perguntar no que eu quero trabalhar, qual meu sonho... eles são bem diferente hoje do que já foram um dia.
E continuam confusos e longe do meu alcance. Mas estou me dirigindo à eles.
O que eu quero concluir com isso é: nós, dificilmente, somos o que queríamos ser quando crianças. O mundo e a vida são imprevisíveis e olha onde fui parar. Olhe onde você foi parar!
Mas o mais importante é que eu não queria me tornar uma adulta chata, e espero que isso eu continue mantendo dentro de mim. Espero que o mundo não roube isso de mim.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Arte vs Pessoas
Por décadas (quase um século) a fotografia foi tratada pelas pessoas como arte e ser fotógrafo era uma profissão nobre. Tirar fotos era algo pensado, afinal, os filmes determinavam quantas fotos poderiam ser tiradas e isso mantia o nível alto da qualidade das fotos. Os retratos de famílias, de civis e soldados nas guerras, de posses de presidentes... tudo era calculado para fotografar "aquele momento", entende? Aquela foto que você olha e pode sentir o que a pessoa retratada sentia, imaginar o que ela pensava ou até a dor que a tomava. Podemos observar também fotos de nossos tataravós, bisavós, tios, o sítio da família, a primeira casa, como eram as cidades antiamente e, principalmente, podemos ver felicidade no rosto de muitas pessoas. E não era falso. Naquela época, para uma mãe, era um privilégio ter uma fotografia com seus filhos ou marido. Naquela época, as pessoas ainda mantinham a idéia da fotografia como arte na mente.
No final dos anos 70 e começo dos anos 80, foi inventada a câmera digital, velha conhecida da atual geração. Com ela veio uma praticidade ainda maior de tirar fotografias. Você tira, vê como ficou na tela embutida e se gostou guarda, se não gostou apaga e tira outra. Simples. Mas foi esta praticidade que trouxe a câmera digital à banalização da qual ela se tornou hoje.
Não posso falar mal dessa tecnologia, pois eu sou a favor de quase todo tipo de tecnologia. Inclusive eu, como quase a maioria da humanidade, tenho uma câmera digital. As famílias adoraram, pois agora era possível tirar fotos sem um custo alto de cada passo dos filhos, registrando desde o nascimento até a adolescência para depois mostrar-lhes como eles evoluíram. E para os adolescentes é possível apagar as fotos na qual eles "ficaram feios" ou tem espinhas à mostra. Para cada lugar que eles vão, levam a câmera e registram todos os momentos com os amigos, onde vão, com quem, o que fizeram, tudo.
Eu não condeno esse tipo de prática, realmente é maravilhoso poder ter uma câmera na mão para registrar coisas que duram apenas segundos e merecem ser guardadas. O que acontece é que a fotografia como arte foi deixada de lado e foi criada uma linguagem visual totalmente nova e despretensiosa. Talvez a geração atual nem saiba que um dia a fotografia foi considerada uma arte. A maioria das pessoas não pensam que talvez apenas um olhar diferente para o mesmo clique que ela deu, possa modificar a mensagem da foto tirada e elevá-la à outro nível, dando uma recordação totalmente diferente e mais profunda ao específico momento.
Afinal, para mim, uma fotografia é algo que eu vá olhar daqui uns anos e querer sentir o mesmo que senti ao tirar aquela foto.
Isso tudo por causa a minha monografia. Eu me entrego demais à certas coisas. Por um lado é bom, por outro não.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
AMD's Revange

Bom, para marcar meu retorno nada melhor do que falar de algo que eu gosto muito, computadores. Gosto de como a tenologia aplicada a essas belezinhas se transforma ao longo do tempo. Bom, desde meu k6-2 meus computadores todos foram AMD, inclusive a unica exceção a regra foi meu ultimo computador no serviço, que era um P4, mas atualmente uso um Athlon X2.
Verdade seja dita sempre gostei da briga para se desenvolver tecnologias e quando a AMD conseguiu bater Intel eu esperava o troco e ele veio com a arquitetura Core. E verdade seja dita eles foram bons em fazer o jogo virar e num momento de fragilidade durante a fusão da AMD com a ATI, a Intel desferiu o fortissimo golpe chamado Core2 seguido de uma direita chamada Core i.
Mas nesse meio tempo não somente a AMD estava estudando os movimentos da Intel, e preparando o terreno para o contra ataque, mas tbm contou com o desentendimento da Intel com a Nvidia, o que acabou por ajudar a chegarmos hoje num momento interessante : Hoje os notebooks intel que tem uma placa de video discreta em sua maior parte tem vindo com ATI, mas essa não é a situação mais interessante. Recentemente a Lenovo lançou o Think Pad Edge, o primeiro tp que é impulsionado por um processador AMD, a Sony volta, depois de um hiato de 6 anos, a vender Vaio com processadores AMD, só isso para mim é um sinal muito importante de que ambas estão preparando o terreno para uma certa transformação.
A alguns meses ouvi alguns boatos sobre a AMD negociando com a Apple e a poucos dias atras eu percebi do qeu se tratava a negocição, que soou uma boa reaproximação, afinal de contas, os iMacs e os MacPros pasaram a vir com ATI novamente ao inves de manter com a Nvidia como vinha sendo feito na linha toda. Posso estar enganado, mas para mim a AMD tah bem preparada para dar um troco que, se der certo vai tornar a briga bem interessante novamente ^^
Go Fusion, Go!!!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Hello, you!
O que acontece é que a correria tomou conta mesmo! Foi um semestre corrido, 4 projetos para fazer na faculdade, provas, mil coisas para fazer no trabalho, compromissos e, neste momento, estou fazendo a solicitação da minha monografia! O tema escolhido por mim foi: A Ascenção da Fotografia Digital. Espero que dê tempo para escrever muuuuuuito, pois empolgada eu estou e material tem de mooonte!
Por enquanto é isso, espero que eu e o Mi voltemos à atualizar com mais frequência. Adoro esse cantinho.
terça-feira, 30 de março de 2010
Valendo!
Valendo!!!

Foto: Divulgação
quarta-feira, 24 de março de 2010
My Computer Life - SGI Tezro

Não é novidade para ninguém que eu proclamo uma verdadeira devoção ao mundo RISC, com ênfase especial para as Workstation da Silicon Graphics, pois afinal eles sempre estiveram a frente no quesito tecnologia e estilo. A ultima a ser vendida baseada nos processadores MIPS foi a Tezro. Digo sem medo de errar, foi a mais bela de todas. A SGI nunca deixou por menos em suas belezinhas, mas um ponto chave dessa maquina é sua solução de video a VPro, que em conjunto com seu Crossbar Interconnect fazem dessa maquinas uma solução muito diferenciada (pcs e macs ainda tem muito que aprenderem). Bom, as Tezro são maquinas incomuns, e dificilmente esbarrarei com uma dessas por aqui em terras brasileiras, mas que fica o gostinho de mexer em uma fica ^^
Bom, nessa maravilha roda o IRIX, um dos unix mais bem feitos até hoje, um verdadeiro celeiro de novas tecnologias que ainda hoje serve de base para inovações tanto do windows como do OSX.
Acho que falar mais da tezro vai ser chover no molhado, afinal a sucessora da Octane não poderia ser menos do que isso ^^
A melhor ideia, sem gente boa, não vai a lugar algum!
(para ler a materia completa, clique aqui)
O empresário Carlos Alberto Sicupira conta como se dedica atualmente ao que muitas vezes não passa de platitude no jargão corporativo - a formação de pessoas.
Quanto tempo o senhor dedica hoje a causas fora das companhias que controla?
Como não tenho mais escritório em empresa alguma, tenho de arrumar mais o que fazer. Não consigo parar de me meter em encrenca. Grande parte do meu tempo hoje é dedicada às causas em que acredito - empreendedorismo, governos mais eficientes e educação. Estou sempre disponível para todas elas, por isso minha de dicação fica meio difusa. As coisas aca bam muito interligadas. Se estou no governo, às vezes vejo uma oportunidade para a Endeavor. Na Endeavor, vejo uma oportunidade para a Fundação Estudar. Mas todas elas se baseiam no mesmo princípio de alavancar pessoas. Meu papel é basicamente mostrar caminhos que já tive.
Na Endeavor, o senhor vem ajudando a formar uma rede de empresários e executivos que se tornam mentores de empreendedores. Como isso funciona?
Hoje, temos 300 voluntários dedicados a ajudar os empreendedores. Alguns procuram a Endeavor. Em outros casos, a gente faz o convite. É uma oportunidade única para os empreendedores, já que a hora desses voluntários não está à venda por preço nenhum. O Fabio Barbosa (presidente do banco Santander no Brasil) ou o Pedro Passos (um dos controladores), da Natura, não vão alugar a hora deles para ninguém. Mas eles estão ali disponíveis para atender essas empresas que estão surgindo.
Tanto nas empresas como nas ONGs, uma das marcas do senhor e de seus sócios é colocar gente muito nova em cargos de chefia. Por quê?
A gente acredita que a pessoa é capaz de dar o próximo pulo com base no que ela fez até então e sobretudo na pessoa que ela é. O Rodrigo (Teles) assumiu a diretoria-geral da Endeavor aos 28 anos. É preciso dar a chance às pessoas que querem fazer. Tem risco? Sim. Mas é muito calculado. Risco muito maior é botar alguém que você tem certeza de que não vai errar mas que também não vai fazer nada porque a forma mais fácil de não errar é não fazer nada.
Em sua trajetória o senhor também aprendeu muita coisa na fogueira?
A vida toda. Trabalho desde os 14 anos de idade. Comecei com compra e venda de carros. Aos 17, pedi a meu pai para me emancipar para comprar uma distribuidora (de títulos e valores) do Banco Central. Vendi e, mais para a frente, comprei outra. Estudava à noite e trabalhava durante o dia.
Quem mais influenciou as suas decisões como empresário?
O Jorge Paulo (Lemann) e o Sam Walton (fundador do Walmart) são as pessoas que mais me inspiraram.
O senhor ainda busca novas influências?
Sempre. Todo ano a Endeavor mundial monta uma visita, geralmente nos Estados Unidos. A última aconteceu no Vale do Silício. Visito todo ano uma ou duas companhias que eu acho excepcionais em alguma coisa para ver o que dá para aprender. É como a gente fez com o Sam Walton ou com o Goldman Sachs. E com a própria Anheuser-Busch. Em 1991, o Marcel (Telles) foi visitar a empresa e várias coisas que fizemos no Brasil foram totalmente copiadas de lá. Que companhias o senhor colocou em sua lista de visitas recentemente? Hoje existem algumas coisas tão transformacionais no mundo que ninguém pode deixar de acompanhar. Passei um dia no Google para entender como eles funcionam, há uns três anos. Voltei com uma porção de ideias. Tenho interesse também na coreana Hyundai, que tem uma maneira criativa de abordar o consumidor. No meio da crise, eles ofereceram um seguro para garantir que as prestações fossem quitadas caso o comprador perdesse o emprego.
Na formação de gente, o que é inato e o que se pode ensinar?
Ensinar vontade é muito difícil. É uma característica inata, da mesma forma que você pode nascer com olho verde ou azul. A Endeavor, por exemplo, não tenta transformar ninguém em empreendedor. A ideia é mostrar a um empreendedor que ele pode fazer um negócio muito maior do que estava pensando. A gente tem de alavancar a vontade que a pessoa tem. Disciplina dá para ensinar. O que uma pessoa tem de saber? Não tem de saber nada. As pessoas valem pelo que elas são capazes de fazer, e não por aquilo que elas conhecem. Algumas pessoas sabem tudo, mas não conseguem transformar isso em nada.
Quanto tempo o senhor se dedicou a formar gente durante toda a vida?
A vida toda. Só faço isso. Gente é a pedra fundamental de tudo. A melhor ideia, sem gente boa, não vai a lugar algum. A execução não vai ser boa e também vai parar de aparecer ideia boa. O pilar básico de tudo é: gente boa, unida por um sonho comum, reconhecida e com oportunidade de crescer.
A valorização das pessoas é um daqueles discursos corporativos que muitas vezes se perdem entre outras prioridades. Na correria para entregar resultados, dá tempo de realmente se preocupar com as pessoas?
É o contrário. Você se preocupa com as pessoas e as pessoas vão transformar o resultado. Se você se preocupar com o resultado, e não com as pessoas, o resultado vai acontecer uma vez só. Se for diferente, você tem uma perpetuação de resultado. Durante o ano inteiro, eu não pergunto a ninguém sobre o resultado. Minha preocupação é como eu posso ajudá-los a fazer isso acontecer.
E o que as empresas podem fazer para motivar as pessoas?
Não acho que se deva motivar ninguém. A pessoa tem de ser automotivada. Senão, será preciso ter o Silvio Santos o dia todo ao lado dela. As pessoas se sentem motivadas a trabalhar se existe um ambiente em que possam se dar bem pessoal e financeiramente. A vida é um pacote. Não adianta acreditar que basta alguém se rea lizar no trabalho fazendo coi sas importan tes mas sem ganhar nada. Também não adianta dar dinheiro e a pessoa não fazer algo que lhe interesse. É preciso ter certeza de que ela vai se realizar ao fa zer coisas grandes e reconhecê-la por isso.
Numa estrutura grande, como garantir que isso aconteça?
O grande desafio é manter a chama acesa numa companhia muito grande. Tenho hor ror a companhias grandes. A chance de uma companhia grande virar medíocre é enorme. Meu grande desafio é impedir que isso aconteça. Para isso, tenho de conhecer as pessoas, estabelecer os desafios. É preciso fomentar uma cultura que aceite esse tipo de profissional. Se prevalecer uma cultura em que não se pode arriscar, as pessoas com esse perfil não ficam. E então alguém do seu ramo vai acabar te passando.
Como o senhor faz isso na prática?
Primeira coisa: conhecendo as pessoas. Nos encontros de conselho, sempre busco jovens para fazer as apresentações. Senão você fica vendo as mesmas caras a vida inteira. No fim de março vou à China para uma reunião com todas as lideranças da ABI, durante quatro dias, para trabalhar juntos em diversos temas. Para mim é o momento mais importante. Vou ver as 300 principais pessoas da companhia. Alguém me diz: "Dá uma olhada naquele cara ali". Ou: "Aquele outro é interessante". Chamo um deles para almoçar. É muito bom para ter certeza de que a cultura está no lugar e para ter contato com todo mundo.
O senhor diz que não dá para ensinar vontade a um profissional nem motivá-lo. Mas como é possível inspirar?
Exemplo é tudo. Você tem de fazer o que você fala. Todo mundo está olhando o tempo todo para o líder de uma organização. Não dá para falar uma coisa e fazer outra. Senão todo mundo vê logo que se trata de um discurso de mentira. A gente, por exemplo, acredita que uma vantagem é ter custos mais baixos. Nas viagens da companhia, todos ficam nos mesmos hotéis. Todos os conselheiros seguem as mesmas regras que os demais funcionários. Não tem essa de ficar num hotel melhor e viajar em primeira classe. Se eu quero fazer isso, viajo no meu avião ou pago a passagem eu mesmo. Isso é dar o exemplo.
É muito comum a associação da capacidade de inspirar a um líder carismático. O que o senhor acha sobre a importância do carisma?
Na minha definição de boa liderança, a palavra carismático não aparece. Boa liderança é atingir o resultado proposto com as pessoas certas fazendo as coisas certas. Prefiro o líder que entrega ao líder que tem carisma. Ter um carisma louco pode ser muito bom para você ter um programa de televisão ou ser político. Nas companhias, você tem de procurar gente que vai entregar. Carisma num sentido messiânico, de alguém com grande poder de convencimento, não garante nada. O desafio de qualquer empresa é fazer tudo dar certo sem a necessidade de uma pessoa específica estar lá, é institucionalizar as coisas.
O que pode ser mais nocivo numa empresa?
Não ter cultura. Qualquer agrupamento de pessoas gera uma cultura, um protocolo de comportamento. Você sempre vai ter uma cultura, o problema é quando você não tem controle sobre ela. O que você tem de fazer é desenhar uma de acordo com seus objetivos e valores. Várias empresas têm valores escritos em algum lugar mas não têm cultura, porque não associaram uma coisa a outra. Às vezes o empresário acha que a companhia segue os mesmos valores que ele, mas aquilo ali nunca foi dito para ninguém.
O que move o senhor hoje?
Construir coisas duradouras de excelência. Construir e institucionalizar. Fico feliz de saber que a Endeavor, por exemplo, não depende de mim.
O senhor e seus sócios sempre pregaram a máxima de que sonhar grande ou sonhar pequeno dá o mesmo trabalho. Hoje vocês estão à frente da maior cervejaria do mundo. Vocês esperavam chegar até aqui?
Muito mais (risos). O sonho é grande mesmo.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Dica Gastronômica: Restaurante Itiriki
Quando começamos as nossas férias, nós já havíamos colocado na cabeça que se fossemos passar pela Liberdade experimentaríamos este restaurante, pois foi indicação da Tia Nobu. E quando tia Nobu indica, acredite na sugestão!
Horário de almoço e tínhamos acabado de chegar em São Paulo, decidimos ir direto à Liberdade e provar logo o que o restaurante tinha para oferecer.
Assim que você desce do metrô na Liberdade, sobe as escadas, você vê o banco Bradesco, certo? O Itiriki fica perto dele, numa das portas ao lado!
O sistema é self-service e sai por R$ 21,00 o kilo (barato por ser uma refeição diferenciada). Costumamos pagar R$ 21,00 o kilo nas refeições aqui em Americana.
Para se servir a variedade é deliciosa: pepinos agridoce, saladas à vontade, maze gohan, yakissoba, filé de merluza empanado, frango xadrez, orange chicken, uramaki, kappamaki, bananas caramelizadas, tempurá, mini-pastéis, rolinho primavera, etc.
E o que eu mais queria: uma sobremesa leve e saudável! Optei no primeiro dia por uma salada de frutas e no segundo dia fui de gelatina! Os restaurantes têm muito o que aprender com eles, por aqui as únicas opções de sobremesa são coisas muito pesadas como bolos, mousses e pudins.
O local é agradável para se alimentar, se você conseguir pegar um lugar perto do espelho, melhor ainda. Dá pra dar aquela olhadinha e ver se não ficou nada no dente :P
Nota 10 para o local, recomendo e voltarei assim que aparecer a primeira oportunidade!
Obs: Único fato triste é que não achei nenhuma foto do restaurante para ilustrar o post. Me perdoem?
quinta-feira, 18 de março de 2010
I love rock n roll
Jean Jett na premiere de The Runaways:
O rock sempre foi visto como sendo rebelde, e The Runaways eram rebeldes. Você ainda é uma rebelde?
Espero que sim. Acho difícil me avaliar. Outras pessoas me chamam de rebelde, mas, para mim, estou simplesmente vivendo minha vida e fazendo o que quero fazer. Às vezes as pessoas chamam isso de rebeldia, especialmente no caso de uma mulher. Um homem que sabe o que quer é visto como líder. Se uma mulher sabe o que quer, ela é uma vadia.
Eu não diria isso.
Mas você sabe o que quero dizer. Isso é totalmente real. Eu topo com isso a toda hora, vejo outras mulheres topando com isso. É real.
E é isso!
